“Em verdade vos digo que já receberam o
seu galardão”. Mt.6:5
Raras são as
pessoas que fazem alguma beneficência e faz questão de não aparecer. Já puder
presenciar momentos de doações onde o doador pediu para que não fosse
mencionado, alguns pode dizer que teria sido por uma questão de segurança, nem
tanto porque às vezes os valores nem são tanto assim. O que vemos é realmente o
desejo da pessoa de não se reconhecido por aquele ato de benevolência. E, considerando que muitos não são cristão
convertido ao evangelho. Alguns são homens desprovidos de qualquer envolvimento
com religião. Que fazem determinados atos porque tem condições de ajudar,
simplesmente.
Em contra partida, eu não entendo que no meio da igreja do Senhor Jesus existe tantas pessoas em busca da fama e do reconhecimento dos homens. Numa música do cantor Thalles Roberto na música “O que queres de mim”, ele menciona o que Deus lhe falou: “Filho eu já ouvi outros tantos orarem assim, mas depois que eu usei o coração mudou, fui abandonado, não sou mas o centro, toda glória é minha”. Interessante, porque ou essas pessoas são ingênuas, ou golpistas do reino de Deus.
A palavra em
provérbio fala sobre este tema da seguinte forma, “Como o crisol prova a prata, e o
forno, o ouro, assim, o homem é provado pelos louvores que recebe. Pv. 27:21. Há
muita gente sendo provado, mas no entanto reprovado, retendo para si o que é de
Deus. Não adianta se fazer de inocente ou tentar dissimular diante de Deus
porque Ele ver o coração. Pode-se fazer muito diante dos homens, mas Deus está
vendo a motivação interior.
Tantas áreas dentro do reino servem de palco, ministério
pastoral, pregações, títulos; pastor, bispo, apóstolos, doutor, mas também
presbíteros, diáconos, líderes de ministério, grupos de louvor, cantores
independentes. Mas por que Deus permite,
não apenas que tal coisa aconteça dentro da igreja, mas que verdadeiramente sua
glória seja retida nos corações de tais indivíduos? Vai chegar o dia da
vergonha, quando muitos vão dizer: mas Senhor, eu fiz pra ti...
Guardemos nossos corações de nós mesmos.
Silvio José de Lima, Pr.